Curta nossa pagina

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Blogueiro pró-gay diz que cristãos fazem o contrário do que Jesus faria ao condenarem o homossexualismo

Cristãos fazem o contrário do que Jesus faria ao condenarem o homossexualismo, afirma blogueiro pró-gay

Artigo publicado em blog pró-gay – Amálgama – afirma que o conceito “anti-homossexualismo” está totalmente fora do real cristianismo bíblico.
“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é (Levitícos 18:22)”, este é um dos versículos em que os cristãos baseiam-se biblicamente quando o assunto em questão é a homossexualidade e sua conduta “pecaminosa”, no entanto André Egg, publicou no ‘Blog Amálga’ um artigo no qual ele disserta seu ponto de vista a respeito da oposição evangélica contra os gays, alegando que o cristianismo apregoado hoje é totalmente humano e vai contra aquilo que Cristo ensinou durante sua passagem na terra.

Egg diz que a essa tradição que o cristianismo traz de negar a sexualidade não é de maneira alguma correta, vindo de religiões muito mais antigas do que o cristianismo e que ela foi creditada em parte por ‘Agostinho de Hipona (santo Agostinho)’ – que segundo o blogueiro, começou a pregar que o “pecado original” tinha conotação sexual.
“A ideia de controlar as pessoas não tem a sexualidade das pessoas não tem nada de ‘bíblica’ ou ‘cristã’ (…) Os limites da sexualidade moralmente aceitável devem ficar claramente dentro daquilo que podemos definir como ética cristã: a inexistência de violência, o respeito ao próximo, a compreensão, o amor, o carinho. Fatores que certamente não excluem as relações homoafetivas.” diz o autor do artigo.

Segundo o colunista do Blog, os cristãos da atualidade fazem totalmente o contrário do que Jesus faria, pois nos capítulos 4 e 8 do evangelho de João e no final do 7 de Lucas o mestre exorta aos homens religiosos de seu tempo a respeito da forma como eles estabeleciam a hierarquia de pecado na época segundo seus interesses e faz o paralelo concluindo: “ninguém é capaz de dar razão plausível, mas a condenação de certas condutas sexuais é hábito arraigado (…) O mesmo tipo de reação condicionada, irrefletida e brutal, leva ao clamor que faz com que líderes religiosos mais interessados em serem bem vistos por seu público alvo do que em manterem-se fiéis à Verdade são capazes de bradar de seus púlpitos contra as condutas sexuais que são julgadas intoleráveis.”

Fonte: Gospel+
Postar um comentário