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sábado, 13 de agosto de 2011

Africanos deixam de se alimentar para enviar missionário.

Centenas de cristãos africanos estão prontos para ingressar no campo missionário, mas a grande maioria não tem recursos para isso.

Um missionário da Zâmbia ouviu o chamado de Deus para ministrar aos muçulmanos na Tanzânia. Ele precisaria de US$ 500 para pagar algumas taxas, que incluía uma bicicleta, um colchão, e cerca de US$ 50 por mês para as despesas.

A igreja é animada, composta principalmente de camponeses que vivem com menos de 1 dólar por dia. E é ela que mantém e apoia o missionário no campo.
Determinado a enviar um missionário para o campo, a congregação decidiu vender roupas e deixar de fazer a terceira refeição dos dias. Depois de algumas semanas, eles foram finalmente capazes de enviar o irmão no campo.

Essa história representa o desejo de centenas de pessoas em toda a África de difundir o Evangelho pelo mundo. Os africanos têm a características de ser apaixonado e disposto a ir aonde Deus quer levá-los.
A Missão Operação Mobilização (OM) conta que muitos missionários e ministérios utilizam técnicas inovadoras no evangelismo, como um homem que ensinou comunidades pobres a cultivar a terra e paralelamente ele falava sobre o amor de Jesus.

O ministério espera enviar 150 missionários indígenas para vários países da África em 2011. Nos próximos 10 anos, o objetivo é enviar 5 mil. Milhares de pessoas estão à espera para ouvir o Evangelho, e outras milhares estão prontas para compartilhá-lo. Elas só precisam de recursos.
Li no: Blog da Sã Doutrina

sábado, 30 de julho de 2011

Dia da Mulher Africana - Mulheres africanas comemoram domingo o seu dia

Hoje, as mulheres assumem, cada vez mais, o seu papel, incluindo na governação




Hoje, as mulheres assumem, cada vez mais, o seu papel, incluindo na governação









Luanda  - Assinala-se domingo, 31 de Julho, o Dia da Mulher Africana, consagrado a  reflexão do papel da classe feminina de África na sociedade.
A data foi instituída a 31 de Julho de 1962, em Dar-Es-Salaam, Tanzânia, por 14 países e oito movimentos de libertação nacional, na Conferência das Mulheres Africanas.
Actualmente, a data continua a ser lembrada, pois, no continente africano, o panorama da mulher continua trágico, apesar de pouco a pouco começarem a aceder a uma independência económica  e a cargos de decisão e de poder.
As mulheres africanas, em muitos países, encontram-se, muitas vezes, em situações de dependência psicológica dos seus maridos ou companheiros, devido à estereótipos ancestrais que só serão passíveis de serem debelados com o passar de mais algumas gerações.
Nas camadas mais desfavorecidas, as mulheres são duplamente sacrificadas, porque, para além das suas profissões, tem que prover, quase sempre sós, ao cuidado da casa e dos filhos, quando não enfrentam, acrescidamente, muitas vezes em silêncio, a violência doméstica.
Durante séculos, o papel da mulher africana incidiu sobretudo na sua função de mãe, esposa e dona de casa. Ao homem estava destinado um trabalho remunerado no exterior do núcleo familiar.
Com a descolonização de África, na segunda metade do século XX, muitas mulheres passaram a exercer actividade laboral, embora auferindo uma remuneração inferior a do homem. Reagindo contra essa discriminação, as mulheres encetaram diversas formas de luta.
Hoje, as mulheres estão integradas em todos os ramos profissionais, mesmo naqueles que, ainda há bem pouco tempo, apenas eram atribuídos aos homens, nomeadamente a intervenção em operações militares de alto risco.
É preciso que o homem esqueça os preconceitos, encare a mulher de igual para igual em todas as circunstâncias, quer no interior do seu lar, quer no seu local de trabalho.
Quando todos assim procedermos, não haverá mais necessidade de um dia dedicado à mulher africana.
Em Angola, as mulheres são, cada vez mais, chamadas a assumirem o seu papel na sociedade, incluindo na governação ou no seio familiar.


 Fonte: Angop