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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Governo angolano impede atuação de igrejas evangélicas no país

angola
Os líderes das igrejas evangélicas brasileiras que operavam na Angola aguardam reconhecimento do governo nacional para que possam reabrir os templos interditados no último mês de abril. Essas igrejas foram impedidas de atuar, sob a acusação de se aproveitarem da fragilidade do povo, praticarem propaganda enganosa e, além de outras questões, não terem o reconhecimento do Estado. O governo angolano abriu investigação em fevereiro deste ano, e logo após emitiu interdição às igrejas não reconhecidasA Igreja Universal do Reino de Deus pôde voltar a atuar por ser a única reconhecida pelo Estado. As demais igrejas permanecem fechadas.
Grande parte das igrejas atuantes na Angola são de origem brasileira, e as estatísticas mostram que 15% da população se apresenta como evangélica, mas o que incomodou o governo “foi a forma como as igrejas vendem os milagres”, segundo declarou o secretário político do MPLA (Movimento de Libertação da Angola), Rui Falcão.
Os olhos das autoridades angolanas se voltaram para a atuação destas igrejas após um incidente no evento organizado pela Igreja Universal do Reino de Deus, que deixou 16 pessoas mortas e mais de 100 feridas, no dia 31 de dezembro de 2012. O evento foi marcado para ocorrer no Estádio de Futebol da cidade de Luanda. O número de pessoas presentes no local superou a capacidade máxima de 70 mil pessoas, e mais de 200 mil pessoas compareceram.
A informação transmitida pelos líderes da IURD é que houve um tumulto em um dos portões de entrada do estádio, resultando em correria e pessoas pisoteadas, mas a questão é que a igreja foi responsabilizada pelas 16 mortes e o governo decretou 60 dias de suspensão das atividades como forma de punição.
Numa visão geral, as igrejas atualmente fechadas são: Mundial do Poder de Deus, Mundial Renovada, e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém.
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Por: ANAJURE – Angélica Brito l International Press Office
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